No Brasil, segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), existem cerca de 600 empresas que utilizam nanotecnologias e 150 empresas que desenvolvem nanotecnologia, concentradas principalmente na área de saúde. A Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) publicou em 2010 um extenso estudo prospectivo sobre nanotecnologia no Brasil, comparando-o também ao mercado global. Esse estudo indica que o campo de materiais funcionais, como os que serão desenvolvidos pela nChemi, ainda está em período de desenvolvimento no Brasil, e estima-se que a produção em escala e comercialização desse tipo de produto comece a partir de 2016. No entanto, não há dados sobre nenhuma empresa nacional que produza nanopartículas funcionalizadas que atenda a demanda futura do setor. 

Pioneira em produção de nanomateriais funcionais em larga escala e preço competitivo.

Os fundadores têm experiência em projetos de desenvolvimento de novos materiais e processos na área de nanotecnologia para aplicação na indústria de base tecnológica, e também na gestão de projetos de pesquisa. 

 Hoje a empresa conta com o apoio técnico e de infraestrutura do CDMF, está incubada no ParqTec de São Carlos e tem o apoio da FAPESP através de projetos PIPE.  A empresa é pioneira no Brasil na produção de nanopartículas funcionalizadas em escala industrial.

A nChemi é uma “spin-off” do projeto CEPID-FAPESP) do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) e foi  nucleada com o apoio do Laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), centro científico de excelência na pesquisa de nanomateriais.

composição química e propriedades finais do produto. Esses fatores, aliados ao reaproveitamento sustentável de parte das matérias-primas, diminui os custos e aumenta a competitividade da empresa, mesmo no mercado internacional.  

O grande diferencial da tecnologia desenvolvida pela nChemi está na funcionalização das nanopartículas, ou seja, na superfície há moléculas orgânicas funcionais que permitem uma forte interação com outros materiais, como por exemplo polímeros, óleos refrigerantes, solventes, etc. Com a tecnologia de síntese empregada pela nChemi é possível produzir grandes volumes de nanopartículas funcionalizadas, em uma única etapa de síntese e com alta flexibilidade de reagentes, o que facilita a diversificação de